Maior rodovia do país, Transamazônica segue intrafegável em época de chuva

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As imagens são registros de pessoas que passam pela rodovia BR- 230, mais conhecida como Transamazônica. Motoristas que trafegam saindo da região sudoeste para o oeste do Pará ou sentido oposto sofrem durante dias nesse atoleiro que se formou em época de chuva.

Veículos de pequeno, médio e grande porte tem deslizado por todo esse trecho dos municípios de Uruará e Placas. Todos os anos são assim: carros tentando se manter na rodovia com medo de cair nas laterais. Um dos motoristas tentou, mas não conseguiu evitar o prejuízo. Ele acabou perdendo o controle e caiu em erosão feita pela chuva.


O trecho da rodovia BR-230 entre os municípios de Uruará e Placas não é o único em que motoristas sofrem com atoleiros. Entre Tucuruí e Novo Repartimento, no sudeste do Pará, veículos também sentem dificuldade em trafegar.


Os carros de passeios fazem verdadeiros malabarismo para não sair da via e provocar um acidente.  “É muito recorrente este tipo de desastres, causados por excesso de água. A enxurrada é causada geralmente por relevo da região, por declive, e significa que quando chove a água vai em alta velocidade causando destruição, esse é o fenômeno da enxurrada”, explica Bruno Freitas da Defesa Civil estadual.

Muitos perímetros da Transamazônica têm altos relevos como mencionado pelo chefe de operações da defesa civil do Pará. O cuidado deve ser redobrado para trafegar pela região.

ALTAMIRA, PLACAS, URUARÁ




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