Maior das cidades insustentáveis tem 168 mil moradores; Mato Grosso tem 16 cidades na lista

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CenárioMT

Estudo da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) constatou 1.856 cidades sem receita própria para cobrir despesas administrativas das prefeituras e das câmaras de vereadores. Nesse grupo, há 5 cidades com mais de 100 mil habitantes. A maior é Timon (MA). 16 dos 141 municípios de Mato Grosso aparecem entre as cidades brasileiras “insustentáveis”

As cidades de Mato Grosso são: Alto Paraguai, Denise, Jangada, São Pedro da Cipa, Nova Guarita, Nova Brasilândia, Nova Santa Helena, Figueirópolis D’Oeste, Salto do Céu, Vale do São Domingos, Glória D’Oeste, Indiavaí, Planalto da Serra, Luciara, Serra Nova Dourada e Araguainha.

O estudo é elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados fiscais oficiais de 2018, e aponta que 3.944 municípios (73,9% do total analisado) registram situação fiscal difícil ou crítica, incluindo nove capitais: Florianópolis, Maceió, Porto Velho, Belém, Campo Grande, Natal, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Luis. Foram avaliadas pelo IFGF as contas de 5.337 cidades, que declararam suas contas à Secretaria do Tesouro Nacional até a data limite prevista em lei e estavam com os dados consistentes. Nelas, vive 97,8% da população.

IFGF – Resumo
– Foram avaliadas as contas de 5.337 municípios, onde vive 97,8% da população brasileira.
– O mapa da gestão fiscal dos municípios brasileiros mostra um país em estado de alerta: 3.944 cidades (73,9%) foram avaliadas com gestão fiscal difícil ou crítica.
– O IFGF é composto por quatro indicadores:
IFGF Autonomia – 34,8% das prefeituras não se sustentam: não geram receitas suficientes para financiar sua estrutura administrativa.
IFGF Gastos com Pessoal – 49,4% das cidades em situação crítica: gastam mais de 54% da receita com pessoal.
IFGF Liquidez – 21% das prefeituras no “cheque especial”: terminaram 2018 sem recursos em caixa para cobrir as despesas postergadas para o ano seguinte.
IFGF Investimentos – 47% dos municípios com nível crítico: investem em média apenas 3% da receita.
 O cenário 

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