Balanço de 15 anos aponta Confresa como a 1ª colocada em ranking nacional da escravidão

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Município de Confresa está em primeiro lugar no ranking nacional de resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão no Brasil. Os dados são do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, que traz as informações sobre o tema desde 2003.

Ao todo, 1.348 foram resgatados durante operações no Município nos últimos 15 anos. O total no mesmo período no país foi de 44,2 mil resgastes.

No ranking nacional por municípios aparecem ainda Ulianópolis (PA), Brasilândia (MS), Campos dos Goytacazes (RJ) e São Desidério (BA) com o maior número de casos. Entre os estados, Mato Grosso aparece em segundo lugar no ranking do número de resgates, ficando atrás apenas do Pará e seguido por Goiás e Minas Gerais.

Quando verificado apenas o ano de 2018, em todo Brasil, o número de trabalhadores flagrados em condições análogas às de escravo chegou a 1.723, conforme dados da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), ligada ao Ministério da Economia.

Segundo o levantamento, foram flagrados 523 trabalhadores em condições análogas às de escravo em área urbana enquanto que no meio rural houve 1.200 casos. Em 2017, a SIT registrou 645 trabalhadores encontrados nessa situação.

Conforme o observatório digital, entre as atividades econômicas com maior número de trabalhadores nessas condições estão a pecuária e o cultivo de café. O levantamento mostra ainda que 30,9% dos trabalhadores em condições análogas às de escravo são analfabetos e 37,8% possuem até o 5º ano incompleto.

A ferramenta foi desenvolvida pelo MPT em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e reúne de maneira integrada o conteúdo de diversos bancos de dados e relatórios governamentais sobre o tema.

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