Mulher aborta, leva feto para casa na calcinha e esconde em freezer

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A Polícia Civil investiga quais circunstâncias levaram V.M.R, de 36 anos, a guardar um feto humano dentro de um freezer no bairro Vila 2000, no município de Confresa (1.160 km a Nordeste de Cuiabá).

O caso foi registrado na noite de domingo (25), mas só foi divulgado pelos investigadores na manhã desta terça-feira (27).

De acordo com o boletim de ocorrência, uma mulher prestava depoimento na delegacia do município por ter sido vítima de agressão e injúria supostamente do ex-companheiro quando foi denunciada de ter em sua residência um feto congelado.

Em seguida, policiais civis e militares levaram V.M.R até sua casa para checar a informação, no entanto, ao chegar no local, a mulher correu e rapidamente retirou o feto do freezer e o colocou dentro de sua calcinha, como forma de esconder o embrião.

Em depoimento, V.M.R declarou ter sido vítima de aborto espontâneo e que chegou a ser atendida em unidade hospitalar. Declarou ainda que ficou com medo de ser presa e por isso introduziu o feto (compatível com tempo de gestação estimado em 02 meses) em sua vagina.

De acordo com o delegado André Rigonato o hospital confirmou que a mulher passou por atendimento na sexta-feira (23), entretanto, não detalhou o tipo de assistência.

Após a denúncia foi aberto na unidade um procedimento administrativo para verificar se a paciente chegou a abortar de fato no local, e em caso positivo, como a mulher teria conseguido sair do hospital com o feto sem que ninguém percebesse.

A Polícia Civil também requisitou perícias em V.M.R para exame de corpo de delito, de modo a apontar procedimentos invasivos para retirada do embrião, e ainda exame toxicológico para investigar se a mulher ingeriu medicação provocando o aborto.

Os laudos serão emitidos pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) nos próximos dias.

A Polícia Civil também investiga a acusação de agressão e injúria que a V.M.R afirma ter sido vítima na tarde de domingo (25), no momento em que o suspeito teria trazido o filho que possuí com ela após passar o final de semana com o pai.

V.M.R teria declarado que não tinha como ficar com a criança porque precisaria voltar ao hospital em decorrência do aborto sofrido, o que teria motivado o desentendimento entre ela, o ex-companheiro e a atual esposa do suspeito.



Repórter MT

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