Polícia prende mãe e padrasto por estupro de vulnerável

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MÃE DESNATURADA

A Polícia Civil de Paulínia (SP) prendeu a mãe e o padrasto de uma adolescente de 16 anos por estupro de vulnerável. Segundo o delegado Rodrigo Galazzo, a mulher era conivente com os abusos por "medo de perder o companheiro". "Ela não queria que a menina denunciasse. Ela sabia e não queria ficar sem o amásio".
De acordo com a Polícia Civil, a menina resolveu fazer a denúncia após ler sobre outros casos semelhantes recentes na cidade e que resultaram na prisão dos estupradores. No dia 4 de maio, um vigilante de 56 anos foi preso por abusar das três filhas - uma delas, de 11 anos, entregou um bilhete como pedido de socorro a uma amiga da escola.
"Ela contou que foi estuprada quando tinha 13 anos e que o padrasto manteve atos libidinosos durante os últimos três anos", explicou Galazzo.

A mãe o padrasto foram presos temporariamente por 30 dias, e foram indiciados nesta quarta-feira (16). O delegado explicou que irá pedir pela prisão preventiva do casal.
"Por a mãe se omitir, ela vai responder pelo mesmo crime, de estupro de vulnerável", explicou Galazzo.
Casos em Paulínia
Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) mostram que o índice de crimes desse tipo no município supera as dez maiores cidades da região de Campinas no primeiro trimestre de 2018.
Com 102 mil habitantes, segundo dados do IBGE, Paulínia teve 13 casos de estupro nos primeiros três meses do ano, 8 deles envolvendo crianças e adolescentes.
Para o delegado Rodrigo Galazzo, o elevado número de casos em Paulínia está relacionado com a exposição de casos e o trabalho da Polícia Civil.
"O estupro é uma doença sexual e, infelizmente, sempre aconteceu. Na verdade, as vítimas estão mais seguras para denunciar ao ver que criminosos estão sendo presos por isso."


G1

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