PODERES / PELA SEGUNDA VEZ Polícia Federal vasculha casa de Riva e deputada tem celular apreendido

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A 15ª fase da Operação Ararath, denominada Cocite, foi deflagrada nesta manhã e cumpre seis mandados de busca e apreensão. Um dos mandados foi cumprido contra o deputado estadual Mauro Savi (PSB), que também teve o celular apreendido.

A deputada estadual Janaina Riva teve o celular apreendido pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (15).
O ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, foi alvo da Polícia Federal novamente nesta sexta-feira (15), na 15ª fase da Operação Ararath. Os policiais foram à casa do ex-parlamentar e todos os celulares, incluindo o da filha de Riva, a deputada estadual Janaina Riva, foram apreendidos.

A 15ª fase da operação, denominada Cocite, foi deflagrada nesta manhã e cumpre seis mandados de busca e apreensão. Um dos mandados foi cumprido contra o deputado estadual Mauro Savi (PSB), que também teve o celular apreendido.

Riva já tinha sido alvo da Polícia Federal, na última quarta-feira (13), quando teve a casa e o escritório vasculhados. Nesta sexta-feira, foram levados três celulares, o do ex-deputado, da mulher dele, Janete Riva, e de Janaina, que mora no mesmo endereço.

Conforme nota da assessoria da parlamentar, a PF constatou que a deputada não é alvo da investigação e devolveu o aparelho em seguida.

A operação foi autorizada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, no bojo de inquérito que tem por objeto a apuração dos crimes de coação no curso do processo e embaraço a investigação de infração penal que envolva organização criminosa.

As ações ocorrem após depoimento do empresário Avilmar de Araújo Costa, citado em declarações que constam do inquérito do MPF e PF pelo empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, delator das fraudes da Ararath.

Riva é investigado na operação Ararath por suspeita de ter se beneficiado de um "banco clandestino" operado pelo empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior. Desta forma, o ex-parlamentar teria obtido "vantagem ilícita e ocultou os recursos dela resultantes". A Procuradoria Geral da República (PGR) afirmou, na época, que Riva continuava gerindo os recursos públicos da Assembleia Legislativa "para obter da grande casa bancária informal operada em favor da classe política mato-grossense vantagem indevida em razão de sua função pública".

Veja a íntegra da nota de Janaina Riva

Em decorrência da operacao deflagrada na manhã desta sexta-feira na residência do ex-deputado José Riva, todos os aparelhos celulares que estavam no local foram recolhidos, incluindo o da deputada estadual Janaina Riva, cuja residência é anexa a do ex-deputado.


Porém, tão logo verificado que o telefone não guardava qualquer relação com os fatos apurados, foi imediatamente devolvido à Deputada que não é investigada e também não é alvo de qualquer operação policia
CAROL SANFORD
RpMT/Reprodução

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