Em resposta rápida, Garra prende três suspeitos de matarem prefeito de Colniza

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Taques foi para Colniza acompanhar o velório e está acompanhando de perto das investigações e inclusive o interrogatório dos três presos.
Três homens, suspeitos de terem participado diretamente do assassinato do prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes (PSB) foram presos na manhã deste sábado quando fugiam para a cidade de Juara. A prisão foi realizada pelo Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra) da Polícia Civil, atendendo a uma determinação do governador Pedro Taques (PSDB), que solicitou que o assassinado do prefeito não ficasse impune. Taques foi para Colniza acompanhar o velório e está acompanhando de perto das investigações e inclusive o interrogatório dos três presos.

O prefeito de Colniza estava em seu carro, acompanhado de sua esposa, a primeira-dama, Rosemeire Costa, e do secretário municipal de Finanças, na Avenida 7 de Setembro, quando os bandidos se aproximaram. Ao perceber a ação ele acelerou, mas foi perseguido por cerca de 13 quilômetros até os bandidos o conseguiram alvejar. Ele acabou batendo o carro e morreu na hora. O secretário de Finanças levou dois tiros, um na perna e outro nas costas e está internado. A esposa do prefeito nada sofreu.

A prisão dos três suspeitos foi confirmada pelo delegado de Juína Marco Remuzzi, que atualmente responde interinamente pela Delegacia Regional. Conforme a Polícia Civil, os três homens foram presos em uma caminhonete na estrada entre o Colniza e Juína. As duas cidades ficam a 320 quilômetros uma da outra.

Ainda segundo o delegado as primeiros suspeitas são a de que os três tenham sido contratados apenas para executar o prefeito. “No depoimento deles vamos ver se conseguimos descobrir que foi o quem são os mandantes do crime”, observou.

O assassinato aconteceu na véspera da sessão em que a Câmara da cidade votaria sua cassação. Esvandir era acusado de cometer irregularidades com recursos da taxa de iluminação pública e na folha de pagamento dos servidores. Em agosto, ele chegou a ser afastado do cargo por 90 dias.

Esvandir é o segundo político assassinado na cidade em um intervalo de nove meses. Em março, o ex-vereador por três mandatos Elpídio Meira foi executado dentro de casa, em um crime ainda não esclarecido.

 Jonas Jozino / 24 Horas News

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